A revista “Melodias”, de agosto de 1977, publicou uma matéria com Lídia Brondi, um dos destaques da novela “Espelho Mágico”. Na reportagem, em que o sobrenome da atriz apareceu com um erro (Lídia “BronZi”), a revista destacou o início da carreira e os planos da garota, de 17 anos, para o futuro.

O tema central da matéria era a relação em comum entre Lídia e sua personagem: ela e Beatriz eram filhas de pais desquitados. A atriz falou de sua experiência com o conflito familiar e de como era parada por meninas que viviam a mesma situação de sua personagem.

Juca de Oliveira (Jordão) e Lídia Brondi (Beatriz): pai e filha em “Espelho Mágico”.

Sobre sua rotina, a revista destacou a correria de Lídia para conciliar trabalho e estudo (coisa que ela não queria deixar de fazer). A atriz revelou que queria seguir como atriz, pois não havia descoberto uma outra possível carreira.

A matéria trouxe uma curiosa declaração, que anos mais tarde seria contrariada pela própria Lídia Brondi:

Não há mais nada que eu queira fazer. Nada me agrada mais do que ser atriz. (…) Adoro o que faço e acho que não vou parar nunca.

A matéria faz parte do acervo do Orias Elias e foi publicada pelo Césio Vital Galdereto no blog “Revista Amiga e Novelas“. Clique na imagem abaixo para ampliar:

Anúncios