Um dos momentos marcantes de Solange, personagem de Lídia Brondi em “Vale Tudo” (1988), foi quando a jornalista decidiu assumir uma produção independente: criar um filho sem a participação do pai. Anos antes, quando o termo popularizado na novela de Gilberto Braga ainda não era usado, Lídia Brondi deu sua opinião sobre o assunto.

A declaração foi publicada no início dos anos 80, na revista “Capricho”, que falava sobre os desafios das mães solteiras. Ela disse que não teria coragem de assumir um filho sem a presença de um pai.

A razão é muito simples: meus pais são desquitados e mentiria se dissesse que isso não me afetou. Se eu tive uma família junta até quase dez anos, tive problemas, imagine uma criança que nasce sem pai. Ela vai chegar ao colégio e sofrer mil perserguições. Filho é algo muito sério.

A matéria ainda trouxe depoimentos de outras atrizes, como Fernanda Torres, Narjara Tureta e Beth Goulart. Para saber a opinião delas, clique na página abaixo. O material foi gentilmente enviado pelo Alperi Martins.

Anúncios