A novela “Corpo Santo” (Manchete, 1987) foi reprisada três vezes. Em uma delas, em 1991, Lídia Brondi estava no ar em outro canal. Na Globo, ela vivia Fernanda, em “Meu Bem, Meu Mal”, seu último papel em novelas.

Naquele ano, a revista “Amiga” publicou na capa do encarte “Amigão” uma foto do casal protagonista de “Corpo Santo”, com uma manchete sensacionalista que dizia: “Amor de Lídia Brondi e Reginaldo Faria é um caso de polícia”.

A revista traçou um paralelo entre as personagens de Lídia nas duas novelas: a Bárbara Diniz (que ia ao ar às 19h30), de “Corpo Santo”; e a Fernanda, de “Meu Bem, Meu Mal”. Ambas tinham envolvimento com marginais.

Bárbara era a repórter policial que se apaixonava por Téo (Reginaldo Faria), o chefe de uma organização criminosa. Já a jovem Fernanda, que tinha o sonho de ser uma advogada, era filha do presidiário Argemiro (Stênio Garcia).

Para conferir os detalhes do material, gentilmente enviado pelo Alperi Martins, clique nas imagens abaixo:

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