Em 1987, a revista “Amiga” publicou uma extensa entrevista com Lídia Brondi, que estava no ar como a repórter Bárbara Diniz, da novela “Corpo Santo”. Em seis páginas, a entrevista revela uma Lídia Brondi bem articulada, generosa com as palavras e bastante sincera.

A jornalista Lilian Wanderley, autora da matéria, optou por transcrever as respostas de Lídia (praticamente, na íntegra). Assim, percebemos as verdades da atriz, seu jeito acelerado de falar, suas expressões e sua essência mais claramente.

Foram vários os assuntos abordados ao longo da reportagem, que merece ser lida com calma e atenção. Lídia falou sobre o ensaio nu, seu crescimento como atriz e pessoa, a relação com Ricardo Waddington e Isadora, a animação com a passagem pela Manchete, a “transformação” de ninfeta para mulher na TV, dentre outros temas.

O único “pecado” da matéria é que ela foi ilustrada apenas com três fotos (essas que acompanham as frases acimas). O texto é carregado, mas tem um conteúdo muito interessante.

Vale perceber a maturidade e sabedoria de Lídia Brondi na época em que ser atriz era uma “coisa vital” para ela. Lídia mostra suas fragilidades, seus medos, se expõem, ao mesmo tempo que preserva sua intimidade.

Ela estabelece com a jornalista uma relação de troca, de generosidade. Não se impõe como uma estrela, mas, ao recontar sua vida, deixa nítida a sua trajetória de brilho intenso.

O material foi gentilmente enviado pelo Alperi Martins. Clique nas páginas para ler a reportagem na íntegra:

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