Depois do sucesso de “Vale Tudo”, Lídia Brondi voltou ao horário nobre vivendo a Leonora, da novela “Tieta” (Globo, 1989). Além da dura rotina de gravações, a atriz ainda encontrava tempo para encenar a comédia “George Dandan”, no Teatro Ipanema, no Rio.

Naquela época, Lídia dormia de quatro a cinco horas por dia. Nas horas de folga, dedicava-se a cuidar da filha Isadora, que estava com quatro anos.

A jornalista Mànya Millen conversou com Lídia para falar de sua volta aos palcos e à TV. A matéria foi publicada pelo “O Globo”, em 6 de setembro de 1989, com o título de “Namoro firme”, já que falava da relação de Lídia com os dois veículos: o teatro e a televisão.

Lídia e Reginaldo Faria: par romântico de "Tieta".

Enquanto na novela ela interpretava uma moça tímida e de passado misterioso, nos palcos ela brilhava como Angélica, ao lado de seu ator preferido, o Rubens Corrêa.

A personagem era filha de nobres falidos, que era vendida ao George Dandan, um burguês em ascensão.

Sobre a peça, Lídia disse que era uma comédia com a proposta de “provocar um sorriso triste”.

A reportagem falava da relação da atriz com a carreira, seus sonhos de produzir uma peça e a paixão pelo balé.

A jornalista também fez uma análise da interpretação suave e marcante de Lídia Brondi.

Ao comentar suas características, Lídia declarou:

“Eu sou de tudo um pouco. Sou completamente ansiosa, capaz dos maiores carinhos e também das maiores agressões. Mas acho que deve ser por causa do meu signo, Escorpião”.

Para ler a matéria completa, CLIQUE AQUI.

Fonte: Acervo TV-Pesquisa da PUC-Rio.

Anúncios