Lídia sobre Leonora: “Ela é um acréscimo na minha carreira de atriz”.

Na mesma época em que vivia Leonora em “Tieta” (1989), Lídia Brondi interpretava Angélica, no palco do Teatro Ipanema, na peça “George Dandan”. Foi um período intenso na vida da atriz, que ainda tinha que se desdobrar no papel de mãe.

Apesar da carga negativa e triste de Leonora, fazer o papel foi um desafio para Lídia Brondi. A atriz livrou-se do visual estiloso da Solange de “Vale Tudo” para viver a triste enteada de Tieta (Betty Faria). Abrindo mão da vaidade, ela ainda precisou sufocar sua energia e transformar sua positividade em tristeza.

“Inicialmente duvidei se conseguiria viver um papel do tipo da Leonora, ou seja, se eu seria capaz de abafar todo o meu fogo para interpretar uma mulher sofredora e que só escolhe caminhos que não dão certo. Mas ela é um acréscimo na minha carreira de atriz, pois só eu sei o quanto pra mim é difícil, complicado, apagar a minha luz e encontrar uma outra luz, que é justamente a da infelicidade”.

Lídia Brondi, em entrevista para “O Dia”, de 03/12/1989.

A atriz revela outras opiniões sobre Leonora nessa entrevista ao jornal “O Dia”. Com o título “Atriz conta suas dificuldades para viver uma personagem sem viço”, a reportagem de Luciléa Cordovil é uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a relação de Lídia com Leonora Cantarelli.

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Fonte: Acervo TV-Pesquisa da PUC-Rio.

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