Em maio, o livro “A Família Maldita – Memória, Fantasia e Delírio”, do pastor Jonas Rezende, pai de Lídia Brondi, completa 9 anos. Quando foi lançado, o assunto rendeu várias reportagens, já que o livro mencionava, por meio da personagem Lindinha, os motivos que levaram Lídia Brondi a abandonar a carreira.

Umas das reportagens foi escrita pela jornalista Simone Magalhães, para a edição de 21 de maio de 2005 do “Jornal da Tarde”. Com o título “Pai de Lídia Brondi diz que TV é submundo”, a matéria apresenta trechos do livro e depoimentos de Jonas Resende, como o que segue abaixo:

“É bom deixar claro que não é uma biografia, mas um romance inspirado em pessoas reais. Resolvi escrever algo que fosse pela linha do realismo fantástico, sem compromisso com a verdade lógica, mas passando muita emoção. Quando ainda estava escrevendo, li trechos para Lídia, pelo telefone, e morremos de rir. Eu nunca usaria o nome dela de uma forma leviana. Se parte de sua história está no livro é para discutir a ética na imprensa, que foi muito cruel quando ela deixou a carreira”.

Jonas Rezende.

Para ler a reportagem do “Jornal da Tarde” completa: clique aqui.

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