Lídia, aos 19 anos, com o pai Jonas Resende

Criada em um ambiente familiar evangélico, Lídia Brondi sempre foi questionada sobre sua relação com o pai, Jonas Resende. Chamava atenção da mídia o fato de a atriz, símbolo sexual dos anos 70 e 80, viver em harmonia com o pai, um conhecido pastor evangélico.

Nos anos 80 e 90, Jonas Resende, o pai da atriz, fez parte da bancada do programa “Sem Censura”, da TV Brasil. Após o afastamento de Lídia Brondi da TV, ele passou a responder, ao vivo no programa, algumas mensagens de fãs perguntando sobre a filha sumida (mesmo não sendo a pauta do “Sem Censura”).

Educado, sempre respondia que ela estava bem longe da carreira artística. Em 2001, o afastamento da filha serviu como argumento para um dos trechos do livro “A Família Maldita: memória, fantasia e delírio”.

O pastor misturou ficção e realidade para narrar histórias de sua família, incluindo essa passagem sobre a vida de Lídia Brondi, que no livro apareceu representada pela personagem Lindinha.

[Clique na imagem abaixo para ler trechos de uma matéria, publicada em 1979, em que Lídia fala sobre o conturbado período da separação de seus pais.]

O material foi gentilmente enviado por Lufe Steffen.

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