Fechando a noite com Lídia Brondi em “O Beijo no Asfalto”

Lídia Brondi em "O Beijo no Asfalto"

Um dos clássicos de Nelson Rodrigues e do cinema nacional, o filme “O Beijo no Asfalto” é destaque da noite desta quinta-feira (13), na Mostra Bruno Barreto, no Canal Brasil. Na obra, Lídia Brondi interpreta Dália, uma jovem apaixonada por seu cunhado (Ney Latorraca).

No filme, Lídia mostra sua desenvoltura interpretando um personagem do universo rodriguiano (é um dos trabalhos dela que mais curto). Dirigido por Bruno Barreto, o filme ainda conta com Daniel Filho, Christiane Torloni, Thelma Reston e Tarcísio Meira.

Confira outras belas imagens de Lídia Brondi em cena no filme, de 1981:

Lídia Brondi em "O Beijo no Asfalto" Lídia Brondi em "O Beijo no Asfalto" Lídia Brondi em "O Beijo no Asfalto" Lídia Brondi em "O Beijo no Asfalto"

Uma curiosidade do filme: Dália (Lídia Brondi) assistindo "Água Viva", novela que está sendo reprisada pelo Viva,Na foto acima, uma curiosidade do filme: Dália (Lídia Brondi) assistindo “Água Viva“, novela que está sendo reprisada pelo Viva, com Arandir (Ney Latorraca) e Selminha (Christiane Torloni) ao fundo. O filme foi gravado em 1980 e lançado no ano seguinte.

Dia especial

Homenagem - 8 de marçoEsse post é uma homenagem a Lídia Brondi e a todas as mulheres que, assim como nossa querida e saudosa atriz, tranformam o mundo com talento, garra, paixão e coragem. E, claro, com muito encanto e beleza, imortalizados nesse registro de Lídia, do ano de 1980.

Parabéns mulheres (especialmente, às leitoras do blog) pelo dia 8 de março!

A foto acima faz parte da edição de julho de 1980 da “Playboy”, que trouxe Lídia Brondi na capa (mas sem ensaio nu). Relembre essa edição em nosso post, de 2010, clicando AQUI.

“Dancin’ Days” no Viva: primeira chamada

Lauro Corona e Lídia Brondi foram destaque na novela de Gilberto Braga.

Lauro Corona e Lídia Brondi foram destaque na novela de Gilberto Braga.

Aproveitando a programação de Carnaval, o Viva divulgou, nesta semana, a primeira chamada da reprise de “Dancin’ Days“. A novela, que levou Lídia Brondi para o grande time de atores da Globo, volta ao ar, 36 anos depois, a partir do dia 7 de abril.

O vídeo é curto e mostra alguns segundos de Lídia Brondi como a doce Vera Lúcia, que caiu na gandaia com Beto (Lauro Corona), Marisa (Glória Pires), Júlia (Sônia Braga) e Hélio (Reginaldo Faria) na clássica história de Gilberto Braga. Confira a chamada:

Rainha do Carnaval de 1980

Lídia Brondi e Paulo Figueiredo na capa da "Amiga" (material disponibilizado no blog "Revista Amiga e Novelas".

Lídia Brondi e Paulo Figueiredo na capa da “Amiga” (material disponibilizado no blog “Revista Amiga e Novelas”)

Lídia Brondi foi coroada Rainha do Carnaval de 1980. Ela recebeu a coroa das mãos da atriz Elizabeth Savalla, que havia sido coroada no ano anterior. Ao lado dela, o ator Paulo Figueiredo recebeu o título de príncipe consorte do Carnaval daquele ano.

O casal estampou a capa da edição n° 511, de 5 de março de 1980, da revista “Amiga“. A reportagem trouxe outras duas fotos de Lídia: uma com Paulo e outra ao lado de Dercy Gonçalves, Elizabeth Savalla, Sônia de Paula e Suely Franco (confira as imagens abaixo).

O material faz parte do acervo de José Henrique Uessler e foi publicado por Celso Vital Guaudereto no blog “Revista Amiga e Novelas“. Para conferir outras páginas da edição, clique AQUI.

AMIGA 511 - Blog Revista Amiga e Novelas - detalhe da reportagem

Lídia Brondi como Leila Diniz

Lídia Brondi em cena do documentário "Já que Ninguém me Tira pra Dançar..."

Lídia Brondi em cena do documentário “Já que Ninguém me Tira pra Dançar…”

“Olha lá a Lídia Brondi!”. “Tá maluca, menina?! Não tá vendo que é a Leila Diniz!”. Esse é um diálogo inusitado que aparece no documentário “Já que Ninguém me Tira pra Dançar…“, de Ana Maria Magalhães. O filme, que mistura elementos de ficção e realidade, narra a vida da atriz Leila Diniz. Na história, ela é interpretada por três atrizes: Lídia Brondi, Louise Cardoso e Lygia Diniz.

A raridade foi postada no canal “Kâmera Libre“, no YouTube. As atrizes que interpretam Leila, em diferentes fases de sua vida, aparecem pouco. Mas é bem interessante a participação de Lídia. Sua aparição é em tom de comédia, numa cena em que Leila canta na rua para conseguir juntar alguns trocados.

O filme é de 1982, dez anos após a morte de Leila Diniz. No ano da gravação do documentário, Lídia Brondi vivia a vilã Joyce, protagonista da novela “O Homem Proibido“.

Abaixo, confira, na íntegra, o documentário “Já que Ninguém me Tira pra Dançar…“:

 

Ajude a denunciar: perfil falso no Facebook

Capa do perfil falso no Facebook

Capa do perfil falso no Facebook: denuncie a fralde

Quem é fã de Lídia Brondi sabe que ela prefere viver na dela, sem se expor. Mesmo sendo gentil com quem lhe procura, Lídia é o tipo de pessoa que dificilmente teria um perfil público no Facebook. Até porque sua jornada como psicóloga deve lhe consumir muito tempo.

Há tempos, tenho acompanhado um perfil falso da Lídia no Facebook. A pessoa se passa por ela, responde aos fãs, posta vídeos e fotos sobre seu passado como atriz (assunto que ela nem comenta nas suas raras entrevistas), além de dar conselhos.

Resolvi fazer esse post para esclarecer: o perfil é falso. Seria muito mais bacana se a pessoa, que se dedica a fingir ser quem não é, fizesse do perfil uma fã page, homenageando Lídia e não mentindo ser ela.

Já fui questionado se eu era autor da página: não tenho nada a ver com esse perfil. Tanto é que já o denunciei várias vezes. E venho aqui fazer um pedido aos fãs da Lídia e aos leitores do blog: DENUNCIEM A PÁGINA TAMBÉM. Basta clicar em configuração e em “Denunciar” como mostra a imagem acima.

E ajudem a informar às pessoas que curtem e acompanham o perfil fake sobre a verdade. É triste ver pessoas bem intencionadas, e alguns que até fizeram parte da vida de Lídia, serem enganadas. Fora que há um risco grande de, se a pessoa ser denunciada pela própria Lídia, responder criminalmente pelo ato.

Para denunciar a página, clique AQUI.

Destaque na “IstoÉ”: longe da fama, a rotina de Lídia Brondi como psicóloga

Flagra de Lídia Brondi, em  2014, em frente ao seu consultório. Ao lado, a atriz em "Dancin' Days".

Flagra de Lídia Brondi, em 2014, em frente ao seu consultório. Ao lado, a atriz em “Dancin’ Days”.

A nova edição da revista “IstoÉ” (nº 2305, de 24/01/2014) destaca, em sua capa, a manchete “A vida reclusa das estrelas Ana Paula Arósio e Lídia Brondi“. Assinada por Rodrigo Cardoso e Camila Brandalise, a reportagem revela um pouco do cotidiano de Lídia Brondi como psicóloga, citando a sua dedicação na nova carreira.

O texto começa com uma declaração de Lídia, que foi surpreendida pela reportagem na saída de seu trabalho, na zona sul de São Paulo. Pelo texto, é possível perceber que Lídia foi delicada com a jornalista e deixa claro que não pretende voltar. Ela também justifica por qual motivo prefere se manter afastada.

A revista está nas bancas e no site da “IstoÉ“. Para ler na íntegra a matéria, clique aqui. Abaixo, destaco trechos da reportagem em que Lídia Brondi foi citada.

Síndrome de Greta Garbo - Como vivem Ana Paula Arósio e Lídia Brondi, as estrelas que abandonaram a carreira artística no auge da fama e optaram por uma rotina de reclusão

Sei que é inevitável falarem de mim, tanto por causa da minha carreira na televisão quanto por ser casada com um ator, mas essa exposição compromete o meu trabalho como psicóloga. É ruim para mim, um assunto que ficou para trás.

Foi em frente ao seu consultório, na zona sul de São Paulo, que a ex-atriz Lídia Brondi reforçou a sua posição a favor do anonimato para a ISTOÉ. Aos 53 anos, casada há 23 com o ator Cássio Gabus Mendes, Lídia preserva o mesmo sorriso de três décadas atrás, quando figurava no seleto grupo das maiores e mais belas estrelas da televisão brasileira.

As suas ligações com o passado param por aí. Em 1990 [na verdade, foi em 1992], aos 30 anos, ela colocou um ponto final na carreira marcada por sucessos como “Dancin’ Days” (1978), “Roque Santeiro” (1985) e “Vale Tudo” (1988), só para citar três novelas da Rede Globo. Saiu de cena no auge, quando seu rosto estampava a capa de inúmeras revistas – masculinas, inclusive –, para o espanto da classe artística e do público que a enxergava como uma espécie de nova namoradinha do Brasil. Sua última novela foi “Meu Bem, Meu Mal” (1990).

“As pessoas ainda me procuram para falar sobre o meu trabalho na televisão e têm curiosidade sobre a minha vida, mas já faz 20 anos. Isso me surpreende”, diz Lídia. A ex-atriz e, hoje, psicóloga viveu o que no meio artístico passou a ser conhecido como síndrome de Greta Garbo, em referência à artista sueca que trocou o status de estrela de Hollywood dos anos 1920 e 1930 para viver reclusa em sua terra natal.

Lídia, porém, não é a única brasileira nesse panteão das deusas reclusas. Em 2010, aos 35 anos, a atriz Ana Paula Arósio surpreendeu ao pedir demissão da Globo, após conquistar, em 11 anos de casa, prêmios, fama e idolatria por meio de trabalhos como “Hilda Furacão” (1998) e “Terra Nostra” (1999). 

“Há uma fantasia que habita a cabeça dos famosos. Muitos, em algum momento, pensam: ‘Uma hora eu desapareço’”, diz o psicanalista Jacob Pinheiro Goldberg, autor do livro “Sentido e Existência”, que trata da relação do ser humano com a sua imagem. Psiquiatra e psicanalista carioca, Luiz Alberto Py argumenta que não é tão raro pessoas nessas condições não desejarem mais ser quem eram. “Ainda mais quem começou em um caminho muito cedo e não teve uma escolha própria amadurecida sobre o que fazer na vida”, afirma.

Lídia Brondi e Ana Paula Arósio iniciaram precocemente no meio artístico, aos 14 e 12 anos, respectivamente. Tiveram de encarar pressões e responsabilidades para as quais muitos não estão preparados nem deveriam ser expostos nessa idade. Mais tarde, com maior discernimento e donas do próprio nariz, tornaram-se sensíveis às agruras da exposição e decidiram sair da vitrine, como se isso fosse possível.

Há vários apelos para que elas voltem. Em novembro, por exemplo, o diretor de núcleo Wolf Maya rasgou elogios a Ana Paula e afirmou: “Faço aqui um apelo público, nós não podemos perder Ana Paula Arósio.” E fãs de Lídia Brondi criaram blogs para cultuar momentos marcantes da carreira da estrela.

Capa da "IstoÉ" que destaca a matéria sobre Lídia Brondi e Ana Paula Arósio.

Capa da “IstoÉ” que destaca a matéria sobre Lídia Brondi e Ana Paula Arósio.

Quando Lídia Brondi decidiu abandonar a vida artística, rumores davam conta de que uma síndrome do pânico teria sido o motivo, fato negado pela atriz. “A maioria dos famosos, em um determinado momento, tem pelo menos alguns sintomas de síndrome do pânico, mas claro que não divulgam publicamente”, diz Goldberg.

Pai de Lídia, o pastor Jonas Rezende conta que tentou dissuadir a filha de desistir de seu contrato com a Globo, argumentando a importância do trabalho dela. “Eu disse que tevê é um veículo de entretenimento e diverte milhões de pessoas. Mas ela tinha tomado uma decisão que vinha sendo amadurecida havia algum tempo. Era uma fase de sua vida que se esgotou”, afirma Rezende.

Dez anos depois de deixar a tevê, aproximadamente, Lídia foi aprovada na faculdade de psicologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. Graduada, hoje ela intercala atendimentos em seu consultório e em um ambulatório da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Seu nome consta da equipe do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove).

A psicóloga vai a pé de um local a outro sem receio de ser reconhecida, o que, segundo ela, acontece com mais frequência do que ela imaginaria. Dedicada, chega a cancelar viagens para não deixar de atender seus pacientes. Começa cedo no consultório e, dependendo da agenda, encerra o expediente por volta das 21 horas. A ex-atriz, mãe de Isadora, 28 anos, da união de cinco anos com o diretor da Globo Ricardo Waddington, não cogita retornar à antiga profissão.

A volta de “Dancin’ Days”

Lídia Brondi como Vera Lúcia em "Dancin' Days" (Globo, 1978)

Lídia Brondi como Vera Lúcia em “Dancin’ Days” (Globo, 1978)

Na última semana, foi divulgado que a novela “Dancin’ Days” será reprisada pelo Canal Viva. A informação foi confirmada pelo site do canal. “Dancin’ Days”, clássico de Gilberto Braga, de 1978, substituirá “Água Viva“, a partir do dia 7 de abril.

A notícia foi aplaudida pelos fãs do Canal, já que a trama sempre foi uma das mais pedidas. Os fãs de Lídia Brondi, claro, também comemoram. Vera Lúcia, sua personagem, é uma das mais queridas lembranças da atriz.

Aos 18 anos, Lídia Brondi colocou seu nome entre o principal time de estrelas do país com sua marcante participação em “Dancin’ Days”.

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